Não sei se foi o documentário que vi na semana passada do Jean-Michel Basquiat, a matéria de capa do Intelligent Life ou só a música escolhida pro finalzinho do trailer de Bill Cunningham ...mas resgatei uma paixão imensa pelo álbum The Velvet Underground & Nico.
Como toda obra a frente de seu tempo, não teve seu devido reconhecimento na época em que foi lançada. Hoje, no entanto, é a prova de que qualquer banda que tente soar como underground, na verdade, será uma tentativa de cópia torta do original.
Nem mesmo os desentendimentos entre o líder Lou Reed e Warhol (produtor e mentor da banda), a já previsível expulsão de Nico e, mais para a frente, a carreira solo de Reed tiram a genialidade do álbum - e da banda, claro - que se mostra tão atemporal mesmo depois de quase 45 anos.
Direto de 1967.....
Peel slowly and see!
Eternos.
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